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Homologação de fornecedores: 4 análises para contratação com segurança

Se você decidiu expandir sua operação ou até mesmo otimizar algumas áreas da sua empresa, a contratação de fornecedores deve estar no seu horizonte de investimentos. Para que essa relação seja, de fato, proveitosa para o seu negócio, é essencial ter capacidade técnica para avaliar a segurança na homologação de fornecedores. Neste artigo, a Executiva Outsourcing apresenta as 4 análises centrais capazes de garantir a validação da parceria.

É preciso deixar claro que esta metodologia é exclusiva da equipe de auditores da Executiva Outsourcing.

Nossa equipe, centrada em desenvolver processos que garantem segurança em toda a jornada da terceirização, encontrou na Qualificação e Certificação Financeira a forma mais segura para a homologação de fornecedores.

Mais seguro por quê?

Dentre todas as formas de investigar a segurança de uma homologação de fornecedor, nossa equipe encontrou uma estratégia de explorar todas as possibilidades de validar os riscos da contratação.

Por ser uma análise que abrange 4 frentes capazes de refletir o passado, o presente e a projeção do fornecedor, sua equipe passa a conhecer com clareza o que aquele fornecedor traz na bagagem ao entrar no seu negócio.

Lembre-se sempre: conhecer a fundo suas parcerias comerciais é uma estratégia muito eficaz de assegurar o desenvolvimento do seu negócio.

4 análises para homologação de fornecedores com segurança

Abaixo, você conhecerá as 4 análises realizadas pela Executiva Outsourcing para te entregar o diagnóstico completo da Qualificação e Certificação Financeira:

Análise 1: Demonstrações Contábeis

  • São mais de 40 indicadores
  • Analisamos balanços e DREs dos últimos três anos da empresa (31/12)
  • Dados que ajudam a perceber se há um risco de contratação, renovação e encerramento do contrato

Análise 2: Visão de Mercado

  • Protestos
  • Falência
  • Concordata
  • Restrições Financeiras
  • Entre outros

Análise 3: Dívida Pública

  • Débitos com a Fazenda Nacional
  • Certidões (municipal, estadual, federal, CRF, CNDT)
  • Consulta de processos trabalhistas em andamento (TRTs a nível nacional)

Análise 4: Due Diligence

  • Análise do quadro societário
  • Pessoas politicamente expostas
  • Crimes financeiros
  • Entre outros

Criticidade de Homologação: tenha todas as respostas

A Qualificação e Certificação Financeira é uma análise detalhada de todos os itens que validam ou não a situação financeira e, consequentemente, a contratação de um terceiro ou de um fornecedor.

O processo é uma forma estratégica de avaliar os indicadores que mostram a criticidade do negócio. A previsibilidade e a segurança são benefícios inestimáveis para as empresas tomadoras de serviço.

Quando contratamos um negócio para participar das dinâmicas de entrega da nossa empresa, precisamos nos certificar que aquele contrato vai trazer, de fato, benefícios e não prejuízos.

Por isso, saiba como a Qualificação e Certificação Financeira da Executiva Outsourcing pode tornar sua homologação de fornecedores em um processo 100% seguro.

Para negociações ágeis e seguras com fornecedores, fale agora mesmo com a nossa equipe comercial: Matriz (41) 3668-7782 | (11) 93414-7700 | Filial São Paulo: (11) 4502-1146 | E-mail comercial@executiva.com.br.

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Segurança de Dados: conheça o padrão Executiva Outsourcing

Se você busca um Sistema de Gestão de Terceiros, sua preocupação deve estar muito alinhada às melhores práticas de segurança de dados. Afinal, ao terceirizar, uma série de dados dos colaboradores terceiros passam a integrar os seus processos. Neste artigo, a Executiva Outsourcing apresenta a você todas as metodologias utilizadas em nossas soluções para garantir máxima Segurança de Dados na sua Terceirização.

Padrão Executiva de Qualidade

Todos os nossos clientes estão protegidos por contratos de confidencialidade, que já preveem a segurança dos dados pessoais e empresariais dos tomadores e prestadores.

Todos os dados sensíveis dos clientes são armazenados dentro de nossos servidores, de forma que o acesso é 100% controlado.

Assim, garantimos a transparência e o direito de acesso a essas informações. Tudo de forma clara, inteligível e simples quando requisitada pelo cliente dono da informação.

Assim, fazemos cumprir cada frente da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD) e nos alinhamos às adequações de Compliance necessárias, incluindo os processos de auditoria.

Criptografia e segurança na nuvem

Você já conhece o SG3? Trata-se de uma Sistema de Gestão de Terceiros robusto e adequado a empresas de todos os portes e que também se adequar a diferentes segmentos.

Ao adotar o SG3, seu negócio ganha comunicação de dados criptografada do início ao fim. O que torna essa solução ainda mais segura, é a hospedagem.

O SG3 é 100% em nuvem, dispensando instalações físicas para executar todas as suas funcionalidades. Todos os serviços e dados são armazenados em ambiente cloud Amazon, garantindo conformidade com todos os órgãos normativos do mundo.

Além disso, temos um processo ágil de Teste de Efetividade recorrentes capazes de apresentar, de forma preventiva, ataques e ameaças antes que eles ocorram.

Todos os colaboradores da Executiva Outsourcing são treinados para proteção dos dados sensíveis dos clientes, mantendo o sigilo e confidencialidade declarados nos nossos contratos.

Para compreender a importância da guarda e o armazenamento de dados sensíveis merece toda a sua atenção na terceirização:

Para conhecer a fundo como protegemos o seu negócio ao garantir a melhor Gestão de Terceiros do mercado, entre em contato: Matriz (41) 3668-7782 | (11) 93414-7700  | Filial São Paulo (11) 4502-1146 | E-mail comercial@executiva.com.br

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Jogo de Cintura e Amadurecimento | Conheça a perspectiva de Marta Schuh, líder em Cyber Insurance da Marsh

Quantas vezes, no decorrer deste ano, você conseguiu chegar a uma nova forma de fazer o que você já fazia? Para quem conseguiu transpor os desafios das novas dinâmicas de trabalho, essa sensação foi uma constante. Gestores viveram grandes movimentações de reinvenção em 2020. Marta Helena Schuh, líder em Cyber Insurance da Marsh, é uma dessas profissionais que conduziu, com sua equipe e com os clientes da empresa, novas formas de trazer resultados e conduzir transformações necessárias na cultura das organizações.


Depois de uma conversa exclusiva com o projeto Executiva Do Bem, trazemos a voz de uma líder que acredita que 2020 foi essencial para o amadurecimento do mercado nacional em relação à segurança cibernética.

A Marsh é líder global em corretagem de seguros e soluções inovadoras de gerenciamento de riscos, com atuação em mais de 130 países.

Desde junho de 2019, Marta assumiu a liderança do produto comercial de segurança cibernética da empresa. E assumiu o desafio com um conhecimento global da área, sendo formada em Business pela University of Arts London, especializada em Direito Digital pelo Insper, Cybersecurity for Insurance pela UCLA e em Cyber Attacks pela NYU Tandon School of Engineering.


Esse mosaico diversificado de formação foi essencial para auxiliar os clientes da Marsh em um ano em que muito teve de mudar.


Cibersegurança muito além dos dados


Para quem precisou se reorganizar no início da pandemia, tanto a nível de infraestrutura quanto no âmbito das dinâmicas de trabalho, o desafio era mais do que conseguir definir prioridades. O desafio era, também, deparar-se com demandas antes ignoradas nos processos organizacionais. E essas demandas tinham muito a ensinar.


“As empresas entenderam os riscos considerados menos relevantes, começaram a buscar soluções de transferências e uma preocupação maior em relação à tecnologia”, explicou Marta Schuh.


“Os riscos cibernéticos não estão ligados só a uma adequação à LGPD, ou só a uma obrigação de segurança da informação e de dados, e sim a uma questão operacional para que a empresa se mantivesse em plena operação apesar dos colaboradores estarem em casa. Esse foi o grande impacto no início de março, começar a levar essa percepção para dentro das empresas”, disse Marta, destacando a complexidade de despertar essa percepção em um nível cultural, resultando em processos mais alinhados a uma gestão efetiva dos riscos cibernéticos.


As novas formas de conduzir projetos, contatos comerciais e desenvolvimento de equipes foram essenciais para trazer à tona vulnerabilidades que não estavam até então perceptíveis para a alta gestão dos negócios brasileiros. “A pandemia demonstrou à alta gestão que a compreensão ampla do risco cibernético é necessária para que seu negócio continue”, explicou.


Celebrar o amadurecimento e os espaços de troca


Essa nova percepção é salutar e extrapola a base de discussões sobre proteção de dados que o Brasil vem ampliando nos últimos anos com Lei Geral de Proteção de Dados. “Na questão de cibersegurança, a gente ainda está bem distante de mercados europeus, americanos. Se olharmos hoje, a gente tem uma distância de 10 anos de maturidade de mercado”, informa a líder de Cyber Insurance da Marsh.


Mas engana-se quem pensa que essa proporção é desmotivadora. “A gente tem dado saltos quânticos nessa relação. Há 3 anos, nossa diferença era de quase 20 anos. Rapidamente estamos avançando. Em 2021, quando entram as penalizações da LGPD, a gente vai dar um salto ainda maior, sem dúvidas.”


Cada cliente tem sua demanda e esse amadurecimento deve ser conduzido com entendimento dos desafios específicos de cada negócio. E foram os espaços de diálogo que tornaram essa transição possível.


“A gente tem um canal muito expanso de comunicação com os clientes. A gente provocou debates de conscientização sobre esses riscos e sobre como as empresas deveriam se comportar. Em abril, lançamos um webinar com a Microsoft sobre risco cibernético na pandemia. Ao longo dos últimos meses, mensalmente, tivemos materiais, publicações, eventos, tudo para que a gente conseguisse preparar nossos clientes e também para entender como eles estavam sentindo essas mudanças estratégicas nos seus negócios”, disse Marta Schuh.


Além de buscar ativamente a percepção e a formação dos clientes, a Marsh também buscou agentes diversos para compreender o que estava acontecendo no mercado. Marta foi representante da Marsh nas mesas-redondas online e no Fórum LGPD realizados pela Executiva Outsourcing.


Para conferir a contribuição da Marta Schuh ao Fórum LGPD, clique aqui.


Novas formas, novos objetivos


Quando unimos muitas visões, ganhamos em conhecimento para poder compreender melhor o momento que enfrentamos. Sobre a experiência de liderar uma equipe de casa, Marta aprendeu e projetou novas ideias.


“Esse ano trouxe muito jogo de cintura. A gente teve que se adaptar muito rapidamente, com os desafios que o ambiente de casa traz, com seus benefícios e seus malefícios”, contou Marta, que sentiu, no home office, uma diferença significativa no seu modo de conduzir seus projetos.

“Ano passado, eu fiz quase 300 trechos de vôo. Fui de uma profissional que não parava em casa para essa nova dinâmica domiciliar.”


O contato com o cliente deixou de ser olho no olho. O que demandou criatividade. Com a equipe interna não foi diferente. Criatividade e adaptação foram essenciais. Mas esse movimento criativo resultou em ainda mais vontade de crescer.


“Como gestora, gosto de estar perto. Foi um desafio aprender a apoiar, a distância, pessoas que estavam iniciando na equipe. Para 2021, quero focar em desenvolver minha equipe, para que a gente consiga abraçar ainda mais projetos”, contou Marta.


O profissional também é agente social


Ainda sobre o desenvolvimento profissional, Marta gosta de se elaborar para além do que ela pode fazer dentro das organizações. “Eu não me vejo apenas como uma executiva da Marsh. Eu tenho que colaborar para que a sociedade se conscientize em relação às questões de cibersegurança”, afirmou.


Para enfrentarmos os próximos passos do nosso amadurecimento, como nação, em relação à segurança cibernética, Marta é uma aliada que pensa muito além dos muros corporativos.


“A ideia é disseminar conteúdos para que as pessoas possam entender como isso [cibersegurança] impacta o dia delas. É importante pensar em auxílio às pessoas, pois faltou a percepção de como se prevenir para que as pessoas não sejam vítimas de criminosos. No mundo virtual, estamos expostos – talvez até mais que fora dele. As pessoas ainda não perceberam os cuidados e cautelas. Quero explorar ainda mais esse lado”, finalizou Marta ao comentar sua vontade de impactar o mundo nesse fluxo de encontrar novas e melhores formas de evoluirmos todos juntos.

Gostou da entrevista? Compartilhe a história da Marta Schuh, líder em Cyber Insurance da Marsh, e continue acompanhando o blog da Executiva Outsourcing.

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Terceirização com dados inteligentes de empresas e funcionários terceiros

Se você já terceiriza ou está pensando em adotar fornecedores na sua operação, já sabe da importância de cuidar das adequações legais nesse processo. No entanto, muitos acham que esse cuidado deve ser aplicado apenas na homologação dos fornecedores. Para entender como lidar com a jornada do fornecedor por meio de um processo de terceirização com dados inteligentes de empresas e funcionários terceiros, leia até o final.

É importante entender o processo de terceirização em todas as suas nuances e como ele impacta todos os setores do seu negócio. Afinal, resguardar a sua empresa na terceirização é passo fundamental para planejar o crescimento organizacional.

Por isso, investir em um sistema de tecnologia de gestão de terceiros é o passo mais seguro para evitar o fator “erro humano”, além de conseguir centralizar todas as informações necessárias.

Aqui, estamos falando de uma tecnologia Saas (Software as a service), que pode ser integrada aos sistemas de gestão já utilizados no seu negócio.

Mas diante das diferentes possibilidades de softwares de gestão de terceiros, o que deve ser levado em conta?

Começando pelos Dados

Já parou para pensar sobre a quantidade de dados que trafegam dentro do seu negócio no processo de terceirização? Pois então. Falar de dados sensíveis é uma questão muito importante para qualquer empresário e empresária.

Ao terceirizar, você terá o cadastro de funcionários e das empresas terceiras. Nesse cadastro, você precisa priorizar a inteligência de apresentação e a segurança dos mesmos. Nesses perfis, devem constar informações estratégicas que, de fato, vão resultar em análises aprofundadas e em tomadas de decisão ágeis.

Um exemplo prático que faz diferença na vida dos profissionais que atuam na gestão de terceiros é ter no perfil de cadastro de cada contrato, o contato direto do colaborador responsável por aquela terceirização. Assim, fica mais fácil acionar o profissional que responderá pelo andamento daquele processo.

Pois considere este diferencial como um potencial mais estratégico para a sua gestão de terceiros completa.

Segurança de dados

A tecnologia em nuvem é sua aliada neste ponto. Dados salvos em nuvem garantem segurança e acesso permanente aos dados de empresas e funcionários terceiros.

O Sistema de Gerenciamento de Terceiros da Executiva Outsourcing, o SG3, oferece essas e muito mais garantias de conformidade, como para a Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD).

Atenção à documentação!

Acompanhar cada etapa com a devida atenção é mandatório no desenvolvimento de qualquer projeto. Um projeto seguro de terceirização não é diferente. Outra inteligência necessária à gestão de terceiros é a referente à documentação.

Um sistema de gestão de terceiros realmente pautado em conferir inteligência aos seus dados deve ser capaz de indicar quais documentos estão em auditoria, se possuem ou não conformidade, ou então, quais documentos faltam para a finalização e adequação daquele processo.

Opte por um sistema de gestão de terceiros capaz de entregar essas informações para o seu time.

Na Executiva Outsourcing

Consegue entender como é importante atender às exigências da terceirização com dados inteligentes? Para conhecer como essa pode se tornar uma realidade no seu negócio, assista ao vídeo abaixo:

Estamos à disposição: Matriz (41) 3668-7782 | (41) 99918-3389 | Filial São Paulo (11) 4502-1146 | E-mail comercial@executiva.com.br

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“Comunicação e empatia foram essenciais” | Conheça a perspectiva de Renata Fidale, diretora na Cellera Farma

Como está o seu saldo de desenvolvimento em 2020? Apesar dos desafios, algumas histórias nos ajudam a refletir sobre como podemos evoluir apesar das intempéries. Neste conteúdo, você acompanha a perspectiva de Renata Fidale, diretora na Cellera Farma, responsável pelo programa de Compliance de Proteção de Dados da companhia.


A diretora não gosta de se limitar quando o assunto é crescimento profissional. Pouco antes do início da pandemia, além de responsável pelo Jurídico, Compliance, Governança e Privacidade de Dados, Renata assumiu a área de Gente e Gestão na empresa.


“Logo no início, eu tive que aprender 10 meses em 2. Me vi obrigada a entender de ferramentas, processos, tudo a distância, olhando de forma estratégica como cada processo poderia nos ajudar a enfrentar esta crise”, explicou.


A saída para dar conta de todos os detalhes foi a cooperação. “Muita conversa com líderes da companhia e várias reuniões em nosso comitê de crise. Nosso passo principal era entender o que se passava em cada setor e trabalhar em cooperação. A gente acabou se ajudando muito assim”, celebrou Renata.


Para a diretora, os primeiros passos no desvendar da crise tiveram dois grandes focos: a saúde dos colaboradores e a administração das incertezas.

“Nós que somos do setor farmacêutico não poderíamos parar. Precisávamos tomar as medidas necessárias para que todos estivessem seguros. Separamos os grupos, deixando na empresa somente a quantidade essencial. E quanto à incerteza, ninguém sabia como seria a economia e como nosso setor se comportaria. Vem daí a nossa preocupação com o caixa da companhia e com os fornecedores principais de matéria-prima”, explicou Renata.


Dentre as diversas medidas adotadas pela Cellera Farma, o cuidado com os colaboradores foi crucial, mas o cuidado com a comunidade local também ganhou espaço. A empresa dedicou uma linha de produção da fábrica para fazer álcool gel para distribuir entre os colaboradores e a comunidade.
Comunicação e empatia


Construindo, então, estratégias para navegar pelos desafios de 2020, Renata Fidale encontrou uma boa surpresa. A capacidade de acolher e de receber o comprometimento da equipe em retorno.


“A constante comunicação e a empatia foram essenciais. Cada um lidou de uma maneira diferente e continua lidando. Diante de toda essa adversidade, as pessoas se uniram mais, com um engajamento muito maior com a empresa. Criou-se uma sensação de pertencimento. A partir do momento que nossos colaboradores se sentiram seguros e confiantes nas decisões que nós tomamos, eles trabalharam muito melhor, se entregaram muito e com o sorriso no rosto”, declarou.


Isso foi reflexo também da condução de estratégias de despertar confiança na equipe. Segundo a diretora, uma abordagem clara sobre as decisões da empresa, atuando de forma transparente com os colaboradores, despertou conexões mais verdadeiras. “Foi a nossa forma de passar por isso de maneira mais humana”, ressaltou.


Novas possibilidades e ganhos


As novas configurações de trabalho que precisaram ser assimiladas de maneira rápida, resultaram também em novos aprendizados sobre processos na companhia. E, neste sentido, a Cellera Farma conquistou um case bastante emblemático.


“Ficamos muito positivamente surpresos com o lançamento do Culturelle, um probiótico que já existe nos Estados Unidos. Nos encontros que precediam a colocação do produto em uma grande rede de farmácias, tínhamos reuniões presenciais para as quais convocávamos 20 pessoas diferentes e apareciam 4. Nas reuniões online, tivemos a presença de todas as áreas que precisavam estar lá”, relatou a gestora. “Geralmente, a colocação de um produto nessa magnitude demorava cerca de 2 meses. Em duas semanas, o produto estava na prateleira”, celebrou o novo recorde para a Cellera Farma.


Muitos paradigmas foram quebrados, o que impulsionou o desenvolvimento dos líderes para novas perspectivas de condução de equipes e de projetos.


Crescimento por meio da troca


Renata Fidale explica que houve um impacto direto na cultura da liderança corporativa, pois os líderes tiveram que aprender a sair da micro para a macrogestão, além de ter de desenvolver pessoas a distância. Mais uma vez, ela ressalta a importância do diálogo.


“Eu sou sempre muito afeita ao diálogo. Gosto de explicar para a minha equipe não apenas a decisão que está sendo tomada, mas o porquê daquela decisão, como a gente chegou àquela conclusão. Quando se explica processo de formação de decisão, você também dá ferramentas para sua equipe entender o negócio com profundidade, para que eles consigam tomar decisões de forma mais segura”, argumentou.


Neste ponto, é preciso também retomar a empatia e compreender que o processo de desenvolvimento nunca é unidirecional. É uma troca de mão dupla. “O que era complexo pra você há 10 anos, pode ser o desafio do seu liderado hoje. Tendo isso em mente, gosto de me sentir útil no desenvolvimento das pessoas”, disse.


Atualmente, Renata Fidale conduz mentoria com uma profissional da área de Direito, norteando-a em sua trajetória profissional. “Vou ensinar e orientar, mas também vou aprender bastante com ela. A troca é uma experiência muita rica”, finalizou.


Renata Fidale participou das mesas-redondas realizadas pela Executiva Outsourcing e também foi membro do painel da primeira edição do Fórum LGPD, mostrando na prática que os ambientes de troca provam que crescer em conjunto é de desenvolver com melhor qualidade.
Confira aqui a participação da Renata Fidale no Fórum LGPD.

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Saúde Financeira e Gestão de Terceiros: o que considerar no projeto de terceirização

Se o seu negócio contrata ou planeja contratar empresas e colaboradores terceiros, é possível que a redução de custos operacionais tenha tido grande peso nesta decisão. No entanto, por trás desta redução de custos existem riscos de passivos que podem comprometer seu balanço com multas e sanções administrativas. Saúde financeira e Gestão de Terceiros andam lado a lado e nós te mostramos como neste artigo.

A terceirização é uma alternativa viável para empresas de todos os portes por aliar redução de custos a otimização operacional. Um cenário positivo de ganhos. Mas ao se tornar uma empresa tomadora, a responsabilidade de adequação legal das atividades terceirizadas não fica só com o fornecedor.

As questões trabalhistas e previdenciárias dos funcionários das empresas contratadas, por exemplo, são também de responsabilidade da empresa tomadora, não diretamente, mas de forma solidária.

Por isso, a Gestão de Terceiros deve ser estruturada com bastante cautela. Afinal, não se tem crescimento financeiro quando existem passivos Trabalhistas, Previdenciários, Fundiários, de Segurança e Medicina do Trabalho.

Segurança Financeira: o destino final

Na Executiva Outsourcing, o projeto de condução da Gestão de Terceiros tem como destino a saúde financeira do seu negócio.

Considerando a complexidade das leis brasileiras, a gestão de terceiros se torna vital para a execução do planejamento financeiro de uma organização.

Nesse processo, todos os documentos e dados das empresas e funcionários terceiros devem ser auditados. Além disso, a metodologia da Executiva Outsourcing considera a Qualificação e Certificação Financeira de todos os seus fornecedores.

Confira abaixo como conduzimos a gestão de terceiros no seu negócio para chegarmos à saúde financeira:

projeto de terceirização

Leia mais

Experiência Personalizada

Os processos do seu negócio são únicos, assim como suas necessidades de conformidade. Por isso, não existe solução única para todas as empresas. Seus contratos, seus processos, sua realidade resultam em uma Gestão de Terceiros única.

A Executiva Outsourcing desenvolveu uma tecnologia capaz de cuidar de todos esses pontos de maneira permanente e de acordo com diferentes realidades.

O SG3, um sistema próprio de Gestão de Terceiros, é customizável para todos os setores da economia e portes de operação.

O SG3 é:

  • Sistema integrado a SAP, Acesso, REINF e outros
  • 100% em nuvem
  • Alinhado aos parâmetros da LGPD

Conheça as funcionalidades:

Para terceirizar com segurança, entre em contato com a nossa equipe comercial: Matriz (41) 3668-7782 | (41) 99182-3389| Filial São Paulo (11) 4502-1146 | E-mail comercial@executiva.com.br

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“Somos os nossos resultados” | Conheça a perspectiva de Janaína Azevedo, business director da JBS

A Executiva Outsourcing começa a trazer uma série de entrevistas exclusivas realizadas com profissionais de destaque no mercado nacional. O ano de 2020 trouxe muitas transformações, grande parte delas ainda em processo de construção. Já aprendemos muito até aqui e não podemos deixar de movimentar nosso fluxo de aprendizado.


Assim, a Executiva Outsourcing vem realizando mesas-redondas online e temáticas com diversos profissionais de empresas parceiras, clientes e convidados para troca de experiência e cooperação. Porque juntos somos mais fortes!

Conheça a perspectiva de reinvenção de Janaína Azevedo, business director da JBS e consultora especializada em Programação Neurolinguística.


Prioridades: elabore as suas!

Todos nós fomos convidados a parar e a repensar nossos planejamentos e programações em um prazo curto. Nesse processo, o autoconhecimento fez toda a diferença para a business director da JBS.


“Sempre tive minha vida muito planejada. Muitas vezes, eu exagerei na questão profissional e deixei minha vida pessoal muito separada e dividida. Este ano me deu a oportunidade de ver que não existem duas Janaínas”, explicou Janaína Azevedo.


Janaína completa 23 anos de carreira em 2020. A primeira vez em que entrou em um frigorífico a trabalho foi 1997, aos 15 anos de idade. Hoje, é formada em Administração de empresas com especialização em Comércio Exterior e pós-graduada em Neurociência e Psicologia aplicada.

À frente do time de negócios de uma das maiores indústrias de alimentos do mundo, Janaína preferiu olhar para os desafios de 2020 como uma oportunidade de refinamento. O que a diretora gosta de passar adiante é que tudo depende da ótica com a qual você analisa as coisas.


“Não é o que acontece com você, mas como você se comporta com aquilo que acontece com você. A peça mais importante da engrenagem dos resultados do meu trabalho sou eu, a pessoa Janaína”, disse a profissional, que ao longo de 2020 encontrou novas maneiras de exercer com ainda mais paixão o lugar da maternidade, ressignificando seu tempo de qualidade com os filhos Caliel, de 10 anos, e a Dandhara, de 8.

Acostumar a desacostumar

Estar confortável com mudanças e transformações não é necessariamente um processo fácil. Mas, para Janaína, isso tem muito a ver com alguns vícios do mundo corporativo que precisam ser repensados a um nível cultural.


“Às vezes, sentimos que não podemos ser felizes no trabalho porque o gestor vai achar que não estamos trabalhando. Mas no final do dia, eu sou os meus resultados”, comentou Janaína, que há cinco anos estuda o comportamento das pessoas, passando também a atuar em seu escritório próprio de consultoria de Programação Neurolinguística.


E como não existem duas Janaínas para o profissional e para o pessoal, também não existe a separação do universo da diretora de negócios, da profissional que trabalha com o desenvolvimento de pessoas.


“Eu sou diretora de negócios e entendo que negócios dependem de pessoas. Fui dar dois treinamentos nas nossas fábricas e foquei no chão de fábrica. Quis acolhê-los para que eles não sentissem nenhum impacto negativo na autoestima profissional deles. Sem o talento, profissionalismo e gana de desenvolvimento desses profissionais, o meu trabalho não adianta de nada”, explicou a diretora, que considera este um outro vício cultural do mundo corporativo: o foco que está nas coisas e tecnologias deve ser levado para as pessoas.


“As pessoas estão muito focadas em máquinas, tecnologias avançadas, inteligência 4.0. Ok! Mas se a pessoa que vai apertar o botão não estiver bem, tudo se perde”, argumentou.


Por isso, para Janaína, é urgente acostumarmos a abrir espaço nas empresas para que as pessoas se sintam mais abertas e convidadas a uma nova perspectiva em relação ao trabalho. Assim, o ambiente fica mais fértil para mudanças.


“Para mim, não funciona a ‘Síndrome de Gabriela’, sempre fiz assim, sempre fui assim. Vamos agradecer pelo que nos trouxe aqui, vamos absorver o que acrescenta, e vamos partir para o novo. O que de diferente dá pra gente fazer?”, direciona a diretora.

Como instigar um novo olhar!

Janaína Azevedo conta que, com o time comercial da JBS, a reestruturação ao longo de 2020 foi mais mental e cultural. Nas fábricas, houve toda a reestruturação comportamental.


Uma das estratégias da diretora para trazer mais potência para a transformação cultural foi lançar mão de dois exercícios com os profissionais. Duas perguntas que podem mudar a perspectiva da entrega no trabalho:
● Se essa empresa fosse minha, o que eu faria para que ela não morresse?
● Se a sua vida dependesse disso [a sobrevivência da empresa], você continuaria vivendo ou hoje seria seu último dia?


O resultado? Um alto engajamento das equipes em pensar soluções e de se envolver com o desenvolvimento desses projetos.

“Fazer diferente para fazer a diferença”

Janaína Azevedo gosta de compartilhar o que aprendeu no decorrer de sua experiência. Sua bagagem profissional assimila uma soma de muitos aprendizados, passando por tradings e frigoríficos de todos os portes, até pelas experiências internacionais em eventos e feiras nos Emirados Árabes, China e Holanda.


Além de trazer muito a acrescentar, Janaína gosta de ouvir. Por isso, participar das mesas-redondas online organizadas pela Executiva Outsourcing fez todo o sentido neste momento.

“Eu aprendi muito trocando com profissionais das outras empresas. Principalmente no desafio de como adequar a questão do Home Office e de conhecer as culturas de outras empresas. Aprendi muito e fiquei muito feliz em participar da mesa-redonda de mulheres. Ver mulheres em lugares de tomada de decisão. Profissionais extremamente focadas e qualificadas que contribuíram muito para uma troca de experiências”, celebrou.

Nas trocas, Janaína se sente realizada, celebrando também a possibilidade de aumentar o nível e a qualidade das parcerias que tem ao seu lado em sua jornada.


“Acho que esse ano foi uma grande peneira. Não apenas para bons líderes, mas em todos os níveis. Tivemos gratas surpresas de pessoas que se superaram. Com mentalidade e vontade de fazer diferente para fazer a diferença. Eu não consigo ver uma outra analogia, mas foi uma grande separação do joio e do trigo”, explicou.


Encontrar o que nos fortalece – separando o joio do trigo – é um jeito de traduzir em ação a nossa essência, e, assim, conduzir ainda mais nossas realizações. “Amo meus dois trabalhos, e me dedico para entregar os melhores resultados. Somos os nossos resultados”, finaliza.


E o seu resultado, está em sintonia com quem você realmente é?


Compartilhe a história da Janaína Azevedo para inspirar novas perspectivas. E, claro, continue acompanhando o site Executiva do Bem para mais conteúdos que te ajudam a “peneirar” sua motivação, refinando seu desenvolvimento.

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Contratos de Terceiros e LGPD: orientações para segurança

Chegamos a tão esperada era da Lei Geral de Proteção de Dados (LGPD). E é claro que precisamos olhar para nossos contratos de terceiros com mais atenção se é função do fornecedor contratado lidar com dados pessoais de seus clientes e colaboradores. Afinal, como fazer essa gestão? A Executiva Outsourcing traz algumas orientações.

Se o seu fornecedor lida com dados pessoais de clientes e colaboradores, torna-se imprescindível a adequação de processos aos parâmetros de coleta, tratamento e armazenamento de dados aos parâmetros da LGPD.

Nível de risco do contrato

Em primeiro lugar, avalie o nível de risco que este terceiro representa em seu processo. Isso pode ser feito observando a quantidade de dados que o terceiro tem acesso, o nível de classificação desses dados (dados sensíveis, pessoais, anonimizados etc.) e a adequação da finalidade do tratamento à permissão concedida pelo titular dos dados.

Controle de evidências

Depois de classificar a criticidade da relação deste terceiro com os dados, será preciso estabelecer o nível de controle aplicado pelo fornecedor de acordo com a política de Proteção e Privacidade de Dados estabelecido nesta relação.

A política interna de proteção de dados precisa ser analisada, atualizada e estritamente adequada aos processos no seu negócio. 

  • Quais são os mecanismos de controle disponíveis para a aplicação da política interna de proteção?
  • Qual é o profissional qualificado para conduzir este processo? 
  • Quais são os atuais pontos de fragilidade e como minimizá-los?

Ao responder a essas três perguntas, você já terá um norte do melhor caminho a seguir.

Adequação contratual

Sim, a vigência da LGPD exige que você revise os seus contratos com fornecedores. Principalmente se eles lidam com dados sensíveis no seu negócio.

O contrato deve conter as obrigações desse fornecedor ou parceiro segundo os princípios da LGPD. É preciso destacar, por exemplo, a obrigação de não desviar a finalidade do tratamento dos dados e demais pontos de fragilidade que devem ser observados para evitar ou mitigar danos.

Monitorando a atuação de acordo com a LGPD

A gente sabe, no entanto, que acrescentar cláusulas contratuais é apenas um dos passos para a segurança dessa relação. Para contratos de terceiros adequados à LGPD se tornarem práticas idôneas, será preciso manter um monitoramento eficaz da operação do fornecedor, garantindo na prática o que prevê o contrato. 

Para garantir um monitoramento completo, a Executiva Outsourcing traz algumas orientações:

  • Classifique os contratos vigentes por nível de risco segundo a LGPD;
  • Classifique seus fornecedores para sempre ter uma noção do desempenho de adequação à Política de Proteção e Privacidade de Dados;
  • Utilize um sistema de gestão de terceiros adequado à LGPD.

Você precisa de uma gestão completa de empresas e funcionários terceiros. O Sistema de Gestão de Terceiros da Executiva Outsourcing, SG3, evoluiu, tornando-se capaz de entregar conformidade abrangente e precisa para:

▶ Lei Geral de Proteção de Dados 

▶ eSocial

▶ Reforma Trabalhista 

▶ Lei de Terceirização

Saiba como podemos assegurar plena adequação seus contratos:

Na Executiva Outsourcing

Muitos olham para a lei única e exclusivamente pensando nas sanções administrativas. No cenário amplo, a LGPD é extremamente benéfica, atualizando a legislação nacional às melhores práticas mundiais e tornando as empresas brasileiras mais competitivas em suas relações comerciais.

A Executiva Outsourcing é a sua parceria mais preparada para aliar compliance à adequação da LGPD.

Entre em contato com a nossa equipe comercial: Matriz (41) 3668-7782 | (41) 99918-3389 | Filial São Paulo: (11) 4502-1146 | E-mail comercial@executiva.com.br.

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TRT e mediação online: como ficam os processos trabalhistas em decorrência da pandemia

Durante o período de isolamento social, o Tribunal Regional do Trabalho (TRT) do Paraná encontrou uma maneira de mediar as questões trabalhistas relacionadas à pandemia da Covid-19. Para entender como esses processos estão funcionando, a Executiva Outsourcing traz algumas informações importantes.

O TRT do Paraná (9ª Região) passou a oferecer uma ferramenta de mediação online. Trata-se um de saída transitória e emergencial para solucionar questões trabalhistas relacionadas ao coronavírus.

Os conflitos decorrentes de situações provocadas pela doença Covid-19 podem ser pautados por diferentes aspectos, como por exemplo, o risco de contaminação no ambiente de trabalho pela falta de equipamentos de segurança.

Esse portal criado pelo TRT é exclusivo para questões relacionadas ao coronavírus. 

O formulário pode ser preenchido por diferentes categorias. Trabalhadores, empregadores e sindicatos poderão solicitar as audiências de mediação online.

As tentativas de conciliação prévia serão realizadas por videoconferência agendada, com a intermediação de magistrados do Tribunal.

A Executiva Outsourcing reforça seu compromisso com a segurança em relação às responsabilidades subsidiárias de nossos clientes. 

Avalie de perto a adequação de seus fornecedores em relação às suas obrigações legais. Ao identificar qualquer irregularidade, dialogue diretamente com ele e acione seus mecanismos administrativos de bloqueio ou notificação antes que um processo trabalhista acabe pesando no seu negócio em um momento tão delicado.

A Executiva Outsourcing está aqui para te ajudar a gerir processos com idoneidade e segurança. Fale conosco!

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Artigo: Sua empresa é uma ilha? Superando desafios das relações comerciais em meio ao distanciamento social

O conteúdo abaixo é um artigo escrito pelo diretor-presidente do Grupo Executiva, Márcio Pereira de Barros.

Ao ler a pergunta que faço no título, não se atenha só a pensar que o organograma do seu negócio é complexo e, portanto, a resposta é não. Quando pergunto se sua empresa é uma ilha, estou insistindo em um olhar comercial, voltado para a qualidade das relações que sustentam o seu negócio e para a percepção que o mundo externo tem da sua empresa. Afinal, terceirização não é exatamente sobre isso? Vamos pensar juntos!

Quando terceirizamos produtos ou serviços, criamos uma dinâmica de interdependência. Dentre vários indicadores, precisamos avaliar com cautela a qualidade dos parceiros que vão integrar nossos processos.

Mas muitos acham que essa avaliação é uma via de mão única. Que o seu negócio está no topo, olhando em volta e escolhendo as parcerias que melhor o convém.

Independentemente do tamanho, seja um líder de mercado ou um negócio começando a ganhar território, sua empresa também está sendo altamente avaliada.

Pensando nisso, a Executiva Outsourcing se debruçou sobre todas as perspectivas legais trabalhistas e comerciais para assegurar aos nossos próprios clientes que a pandemia não seria um empecilho para a qualidade que estamos acostumados a entregar.

Criamos diversos conteúdos transparentes para manter nossos clientes cientes do nosso engajamento e da nossa seriedade.

Mas isso é o bastante? É possível passar pelo desafio inimaginável desta crise apenas olhando para a sua carteira de clientes?

Continue lendo no LinkedIn do diretor-presidente do Grupo Executiva, Márcio Pereira de Barros.